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"Para fazer uma obra de arte não basta ter talento, não basta ter força, é preciso também viver um grande amor." W.A. Mozart.

quinta-feira, 1 de março de 2012

DINÂMICAS, PRÁTICAS PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO DA INFÂNCIA - LIVRO "PRÁTICAS PEDAGÓGICAS VIVENCIAIS"

"Práticas Pedagógicas Vivenciais - Dinâmicas para trabalhar: valores, atitudes, afetividade, autoestima, relacionamento interpessoal, autoconhecimento e inteligências múltiplas", editado e publicado pela Editora Vozes, Rio de Janeiro/Petrópolis. 2º Edição. 2010.

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O que é Desenvolvimento Humano?
Revista Vencer
Há uma área da Psicologia chamada exatamente “Psicologia do Desenvolvimento”. Sua função é a de estudar como o ser humano se desenvolve, com a finalidade de corrigir desvios e estimular o progresso adequado do indivíduo, desde o nascimento até a idade adulta.

A Psicologia do Desenvolvimento foi e ainda é um capítulo que interessa sobremaneira o campo da Educação, pois o desenvolvimento das crianças e dos jovens é uma preocupação por demais importante; mas com o crescente cuidado com a qualificação das pessoas em seus ambientes de trabalho, esse assunto chegou às empresas.

Em sua origem, interessa a esse capítulo observar o desenvolvimento das pessoas em quatro aspectos: físico-motor, intelectual, afetivo-emocional e social. É claro que o desenvolvimento físico-motor interessa mais durante a infância, pois refere-se à maturação neurofisiológica, à capacidade de manipular objetos e ao controle dos movimentos do próprio corpo, e o maior desenvolvimento nessa área ocorre até os dois anos de idade. Lesões físicas ou psicológicas nessa idade podem atrasar esse desenvolvimento, e às vezes são necessárias correções mesmo na idade adulta.

Já o desenvolvimento mental é uma construção contínua, buscando a maturidade e a solidificação de estruturas mentais saudáveis. Parece que o pleno desenvolvimento, atingindo o ideal teórico não é alcançado de modo satisfatório nunca. Eis porque o desenvolvimento humano é, ou deveria ser, um tema de preocupação permanente, para as escolas, para as organizações e, principalmente para as próprias pessoas.

Dois aspectos são relevantes nesse capítulo da Psicologia: a avaliação dos graus de desenvolvimento e a aplicação de ações corretivas a possíveis desvios. Várias teorias foram desenvolvidas, a partir de observações, pesquisas, acompanhamentos de indivíduos, estudos de casos clínicos, etc. Entre todas as teorias, destaca-se o trabalho realizado pelo psicólogo e biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980). A extensão de sua obra e seu rigor científico transformaram Piaget na mais importante personalidade na área do desenvolvimento de pessoas.

A avaliação do grau de desenvolvimento é facilitada pelo uso de instrumentos de psicometria, já a ação de desenvolvimento conta com duas ferramentas importantes: a psicoterapia e a educação. Enquanto a psicoterapia é uma técnica a ser aplicada a uma pessoa de modo individual, ou no máximo a pequenos grupos, a educação é mais abrangente, podendo atingir uma população significativamente maior.

Na atualidade, a educação corporativa tem ganhado muito corpo dentro das organizações, a ponto de ter sido criado o termo “Universidade Corporativa”, aplicado a estruturas internas de educação, que procuram corrigir as falhas da educação convencional, oferecida pelas escolas e pelas faculdades.

Muito louvável, porém há um erro comum que as empresas continuam cometendo: o de criar uma Universidade Corporativa que nada mais é do que uma ampliação do antigo Departamento de Treinamento de Recursos Humanos.

Em princípio deve-se colocar a diferença que existe entre treinamento e educação. O treinamento tem por finalidade desenvolver uma habilidade específica, como operar uma máquina, realizar um procedimento rotineiro ou atender a pessoas dentro de uma faixa estreita de responsabilidade. Já a educação tem por objetivo aumentar o pensamento crítico do indivíduo, bem como capacitá-lo a aprender novos conteúdos por conta própria.

O treinamento capacita o profissional, a educação desenvolve a pessoa. Essa diferença pode parecer sutil, mas é imensa, e o sucesso ou o fracasso de um investimento em educação corporativa reside na percepção da aplicação adequada dos procedimentos educacionais, como materiais, capacitadores, motivações, conteúdos e principalmente bases conceituais.

E é básico entender que a responsabilidade do desenvolvimento humano na idade adulta é, acima de tudo do próprio indivíduo. A empresa não em a responsabilidade de desenvolver, mas sim de fornecer os meios para que as pessoas se desenvolvam. Se essas duas consciências existirem, encontramos o melhor dos mundos, e todos ganham, a empresa, os colaboradores e os clientes.

Texto publicado sob licença da revista Vencer.
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